Este condimento, que também é conhecido como açafrão da terra, açafrão da índia, gengibre dourado, açafrão do amazonas ou açafrão de raiz, possui uma substância chamada curcumina, que confere a coloração amarelada a esta raiz e é a responsável pelos benefícios atribuídos a ela.
A curcumina possui atividade antiinflamatória por inibir enzimas envolvidas no processo inflamatório e propriedades antioxidantes, antitumorais e antimutagênicas (ou seja combatem e previnem o câncer). Além disso a curcumina também atua como protetora do sistema nervoso, combate o envelhecimento, reduz lipídeos plasmáticos e auxilia no controle glicêmico do diabético, previne a artrite, a doença de Alzheimer e alergias.
Ainda não existe consenso sobre a quantidade de curcumina a ser consumida para se usufruir de tais benefícios, sabe-se que até 8000 mg/dia desta substancia não traz nenhum prejuízo, mas sabe-se também que sua taxa de absorção, que é baixa, é potencializada pela pimenta.
A cúrcuma tem origem asiática e muitos usos na culinária de diferentes países: na Indonésia até suas folhas frescas são utilizadas como tempero em pratos com molho e sopas, no Brasil é utilizada para colorir o arroz, para temperar pratos com galinha, frango, peixes e frutos do mar, no Líbano ela é utilizada no preparo de um bolo doce de semolina, o Sfoof.
Apesar de também ser chamada de açafrão (da terra, da índia, da Amazônia ou de raiz), a cúrcuma nada tem a ver com o açafrão utilizado, entre outros pratos da culinária mediterrânea, na Paella. Este é extraido das flores de uma variedade de planta, a Crocus sativus e é considerado o condimento mais caro do mundo.
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